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Chip 666: verdade ou mito?

Muito já se falou (e ainda se fala) no famoso chip 666. Tal chip já gerou muita polêmica e confusão. Nesse texto eu expresso as minhas convicções sobre o assunto de uma maneira sóbria e clara.

CHIP 666

                             CHIP 666

Chip 666: verdade ou mito?

Muito já se falou (e ainda se fala) no famoso chip 666. Tal chip 666, segundo a teoria que se baseia em uma passagem do livro do Apocalipse, seria a “marca” do Diabo implantada na testa ou em uma das mãos das pessoas. Pois bem, ao meu ver, em se tratando de teorias da conspiração, creio que muitas delas possuem algum fundo de verdade; porém não gosto do “fermento” de polêmica daqueles que as anunciam. Também abomino a atmosfera de medo e de “verdade mais valiosa do mundo a ser descoberta” que eles criam em torno de tais temas, como por exemplo, o do próprio “chip 666”. Eu creio que verdades devem ser faladas, mas faladas em amor, sem “fermento”, de forma transparente e sem “segundas intenções”. Quanto a famosa teoria do “chip 666”, eu creio que ela é sim totalmente plausível; pois todo o avanço tecnológico de controle e para o controle humano, burocracia e o modos operandi econômico-social que temos evidenciam isso.

Em Apocalipse 13:16,17, diz:

“Também obrigou todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, a receberem certa marca na mão direita ou na testa, para que ninguém pudesse comprar nem vender, a não ser quem tivesse a marca, que é o nome da besta ou o número do seu nome.”

Ora, lendo o texto é fácil perceber que o autor se referi a uma forma massiva e opressiva de controle de massas (que na linguagem do sistema econômico/capitalista é vendida como uma solução de “organização”, de “melhoria” e/ou de “mais segurança”) que possui um objetivo de englobar a todos — “pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos”. Quem não se submeter não poderá “comprar e nem vender”, logo concluímos que aquele que não se submeter a esse controle se tornará pior e mais desprezado que o indigente dos dias de hoje (que não possui identidade e cpf), pois tal pessoa estará fadada a morrer de fome. Triste será para a geração que passar por esses “capítulos” finais da história humana.

Continuando, é obvio pensar que essa implantação não acontecerá em um “estalar de dedos”, pois toda a “cama” precisa ser montada, ou seja, o inconsciente social precisa estar moldado à essa ideia de antemão, a fim de, quando tal controle de massas estiver prestes a ser implantado de forma massiva, a sociedade já esteja familiarizada, predisposta e receptiva à implantação de tal controle. Ora, nesse sentido, por exemplo, não teria nada mais “inovador”, “organizador” e “seguro” do que reunir todos os nossos cartões, documentos e papeladas em geral em um único chip simples, pequeno, discreto e protegido por senha, o qual poderíamos levar para qualquer lugar (assim como muita gente faz com o celular hoje, que acumulam cada vez mais funções para fins de controle e organização pessoal). Talvez você esteja pensando: “isso é uma ótima ideia”. Pois é, acontece que essa “cama” já foi montada; nós já estamos acostumados com as comodidades geradas pela a tecnologia, de forma que essa ideia “nos cai como uma luva”. Mas alguém poderia dizer: “quanto a levar esse tal chip em minha carteira, tudo bem; mas colocar esse chip em mim? Isso eu já acho uma ideia inconcebível”. Para mim isso também não tem cabimento, mas eu fico imaginando como a próxima geração lidará com isso, pois será uma geração que já nascerá imersa nessa atmosfera. Nós ainda “pegamos” o modos vivendi do tempo não tecnológico, mas e eles? Seria muito fácil vender para a próxima geração (e até mesmo para muitos desta geração), por exemplo, a ideia da implantação do chip em seus corpos, alegando o fato de ser menos dispendioso, mais prático e mais seguro carregar o chip sob a pele do que carregá-lo em uma carteira no bolso. Ora, se tivermos o mínimo de lucidez e discernimento, perceberemos que vivemos numa sociedade onde tudo é “para ontem”, uma sociedade “fast food”, uma sociedade “CPU”, uma sociedade “moderninha pro”, ou seja, uma sociedade que já está predisposta, que já está com a “cama montada”. Com o avanço da tecnologia, a economia/sociedade fica cada vez mais frenética e robotizada. Hoje, cada vez mais, somos induzidos a raciocinar como máquinas e a lidarmos com o nosso próximo não como o nosso semelhante, mas sim como computadores — os quais usamos para solicitarmos informações e resoluções de demandas. Alguns sintomas típicos desse processo são superficialidade emocional e existencial, impaciência em lidar com a humanidade do próximo, ambição de poder controlar e programar os outros, e falta de resiliência em lidar com os percalços desta vida. Está escrito “quando Cristo voltar achará fé na terra? ” Bem, tudo indica que não! Parece que Ele encontrará frios robôs, rasos para com a vida, sem discernimento e com suas mentes cauterizadas e moldadas ao fluxo desse novo modos vivendi.

Concluindo, existe um novo conceito na área de tecnologia chamado “internet das coisas” (do inglês, Internet of Things); tal conceito prega que tudo deve estar conectado à internet: sua geladeira, a maçaneta de sua porta, seus óculos, aparelhos eletrodomésticos, eletroportáteis, máquinas industriais, meios de transporte etc. Quem pode negar que isso já está acontecendo? Aí eu penso, se querem que tudo esteja conectado à internet, por que não quereriam que as pessoas também fossem diretamente conectadas à internet? Bem, sei que, possivelmente, alguém poderia me perguntar: “Bruno, você é contra a tecnologia?” Claro que não, inclusive ela é meu “ganha pão”, pois trabalho com isso. Além disso, sem ela você não estaria me lendo agora. Eu sou contra quando ela é utilizada para controlar, manipular e oprimir as pessoas. Paz de Cristo seja contigo.

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Texto recomendado: Compreendendo a maldição hereditária segundo a bíblia

 

 

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Bruno Monsores é Escritor, Evangelista e Idealizador do site de ensino do Evangelho Crendo como diz a Escritura (CCDAE), pelo qual ensina e anuncia o Evangelho da Graça de Deus.

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2 Comentários

  1. Avatar Ana Meiry disse:

    Daqui mais um tempo as crianças já vão é sair da maternidade com esse chip. Aí os pais q conhecerem a palavra de Deus e não aceitarem q os seus filhos sejam chipados, vão ter q ter os bbs em casa.

    • Oi Ana. Graça e Paz. Sim, algum jeito eles darão. Mas devemos confiar em Cristo, que disse: “não vos preocupeis com coisa alguma”; e que também afirmou que no mundo teríamos aflições, mas que era para nós termos bom ânimo diante dos percalços do mundo.

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